Reconhecimento da casa
Caminhada por todas as salas, do recebimento à expedição, com planta rabiscada à mão e fotos de cada posto.
O que a fábrica passa a ter nas mãos.
O caminho do lote desenhado sala por sala, com as esperas marcadas em minutos.
Uma folha por área, em letra grande, escrita com quem trabalha nela.
Um único papel no lugar dos três que pediam a mesma informação.
A verificação da sala antes de a linha começar, com assinatura do encarregado.
Quem limpa o quê, em que dia e com qual conferência ao final.
Tempos, responsáveis e pontos de espera do lote acompanhado, etapa a etapa.

Cada frente fecha com um documento que a produção consegue usar no dia seguinte, e não com uma apresentação guardada em pasta compartilhada.
Caminhada por todas as salas, do recebimento à expedição, com planta rabiscada à mão e fotos de cada posto.
Definição, junto com a produção, de qual lote será seguido e de quais produtos entram nesta rodada.
Acompanhamento do produto em todas as etapas, com hora e responsável anotados posto a posto.
Todos os papéis em uso reunidos na mesa: quem preenche, quem lê e o que acontece quando o campo fica em branco.
Meia hora com cada área, no horário que ela escolher, sem chefia junto.
O caminho do produto no papel, com esperas, retornos e conferências repetidas marcadas.
Uma folha por sala, o controle de turno unificado e o checklist de liberação de linha.
Três visitas curtas para ver a folha em uso, ouvir quem reclama dela e corrigir o que não coube na rotina.
Casas de produção que passaram pelo trabalho, publicadas com autorização.
A formulação estava com o fundador e mais ninguém. Escrevemos as fichas técnicas junto com ele, com pesos e tempos. Ficou o caderno de fichas e a regra de alteração com data.
A produção começava sem conferir se a sala estava pronta. Montamos o checklist de liberação com a equipe. Ficou a lista de verificação e o campo de assinatura do encarregado.
O erro de rótulo aparecia só na expedição, com a caixa já fechada. Passamos a conferência para a primeira caixa de cada lote. Ficou o padrão de conferência e o registro da amostra.
A limpeza era feita, mas nada ficava escrito. Criamos o mapa semanal com o responsável de cada sala. Ficou o quadro de higienização e a folha de conferência.
A entrada de matéria-prima não tinha checagem de peso nem de validade. Colocamos a conferência no recebimento, com registro por lote. Ficou a ficha de recebimento e a etiqueta de identificação.
Basta dizer qual item sai todo dia e quantas salas ele atravessa. A partir daí combinamos a visita e o dia do lote que será acompanhado.
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