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Consultoria de processos de produção

O que fica

O que a fábrica passa a ter nas mãos.

A sequência do produto

O caminho do lote desenhado sala por sala, com as esperas marcadas em minutos.

Instrução por sala

Uma folha por área, em letra grande, escrita com quem trabalha nela.

Controle de turno unificado

Um único papel no lugar dos três que pediam a mesma informação.

Checklist de liberação

A verificação da sala antes de a linha começar, com assinatura do encarregado.

Mapa de higienização

Quem limpa o quê, em que dia e com qual conferência ao final.

Relatório do lote

Tempos, responsáveis e pontos de espera do lote acompanhado, etapa a etapa.

Relógio de parede na área de embalagem
Trabalho

Oito frentes entre a primeira visita e a sequência escrita

Cada frente fecha com um documento que a produção consegue usar no dia seguinte, e não com uma apresentação guardada em pasta compartilhada.

A

Reconhecimento da casa

Caminhada por todas as salas, do recebimento à expedição, com planta rabiscada à mão e fotos de cada posto.

B

Escolha do lote

Definição, junto com a produção, de qual lote será seguido e de quais produtos entram nesta rodada.

C

Caminhada com o lote

Acompanhamento do produto em todas as etapas, com hora e responsável anotados posto a posto.

D

Leitura dos controles

Todos os papéis em uso reunidos na mesa: quem preenche, quem lê e o que acontece quando o campo fica em branco.

E

Conversas por sala

Meia hora com cada área, no horário que ela escolher, sem chefia junto.

F

Sequência desenhada

O caminho do produto no papel, com esperas, retornos e conferências repetidas marcadas.

G

Instruções e controles

Uma folha por sala, o controle de turno unificado e o checklist de liberação de linha.

H

Retorno ao chão

Três visitas curtas para ver a folha em uso, ouvir quem reclama dela e corrigir o que não coube na rotina.

Relatos

O que pediram, o que fizemos, o que ficou na fábrica

Casas de produção que passaram pelo trabalho, publicadas com autorização.

receita na cabeça de uma pessoa

Defumados artesanais

A formulação estava com o fundador e mais ninguém. Escrevemos as fichas técnicas junto com ele, com pesos e tempos. Ficou o caderno de fichas e a regra de alteração com data.
liberação de linha sem checagem

Cozinha industrial de refeições coletivas

A produção começava sem conferir se a sala estava pronta. Montamos o checklist de liberação com a equipe. Ficou a lista de verificação e o campo de assinatura do encarregado.
rotulagem conferida no fim

Envasadora de molhos

O erro de rótulo aparecia só na expedição, com a caixa já fechada. Passamos a conferência para a primeira caixa de cada lote. Ficou o padrão de conferência e o registro da amostra.
higienização sem registro

Produtora de massas frescas

A limpeza era feita, mas nada ficava escrito. Criamos o mapa semanal com o responsável de cada sala. Ficou o quadro de higienização e a folha de conferência.
insumo recebido sem conferência

Fábrica de doces em conserva

A entrada de matéria-prima não tinha checagem de peso nem de validade. Colocamos a conferência no recebimento, com registro por lote. Ficou a ficha de recebimento e a etiqueta de identificação.

Escolha um produto da casa e a gente caminha com ele

Basta dizer qual item sai todo dia e quantas salas ele atravessa. A partir daí combinamos a visita e o dia do lote que será acompanhado.

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